Live CT Segurança & ISC Brasil apresenta um panorama sobre o futuro do setor de segurança

Executivos da FENAVIST, AXIS, DIGIFORT e do GRUPO HAGANÁ formaram o seleto grupo de convidados e parceiros do evento que apresentaram suas opiniões e um olhar realista a respeito dos desafios e das oportunidades para o futuro do setor.

Esses importantes profissionais e formadores de opinião do setor de segurança, nos deram uma verdadeira aula sobre o impacto da pandemia da COVID-19 no setor, bem como, a forma como estão lidando com este acontecimento.

Desafios enfrentados atualmente pela indústria

A mudança repentina impactou, obviamente, os encontros presenciais em todas as esferas causando impacto nas vendas e formas de relacionamento com clientes. Dentre os desafios enfrentados pelo distanciamento social, a própria ISC Brasil, por exemplo, responsável por prometer um intenso networtking e por alavancar negócios do setor, teve sua data remanejada para 30/09 a 02/10.

Contudo, apesar de alguns obstáculos, Jeferson Nazário, Presidente da FENAVIST, afirma que possibilidades digitais devem favorecer esta relação comercial e até mesmo envolver vendas. A Federação, assim como muitas empresas, tem explorado estes recursos para manter seus colaboradores e continuar fazendo negócios.  “Tivemos que aprender a vender por vídeo, vender por mensagem e atender as necessidades que chegam por estes canais”, comenta.

Adversidades em alguns setores pode mover novas possibilidades para a indústria

A insegurança gera a necessidade de um investimento em segurança e isso é o que está acontecendo hoje”, comenta Carlos Bonila CEO da Digifort, introduzindo a conversa sobre o aumento pela busca de recursos tanto virtuais quanto seguros.

Apesar do momento de estagnação que enfrentam alguns setores da economia, áreas da segurança como o monitoramento e sistemas de controle de acesso, por exemplo, vêm ganhando espaço no mercado.

Bonilha cita como alternativa eficaz e real, o gerenciamento de dados em nuvem capaz de ser apoio para as diversas empresas usuárias de tecnologia.

Produtos e serviços de tecnologia voltados para a segurança são, de fato, o futuro do setor

Outra possibilidade, inclusive, está no serviço de reconhecimento facial, citado por Chen Gilad, CEO do Grupo Hagará. O recurso é uma boa amostra de uma solução já existente que foi potencializada durante a quarentena.

O executivo comenta durante a live que explorar esta possibilidade pode trazer uma nova alavancagem para essa nova realidade e completa “sem dúvida nenhuma, trazer soluções para integrar de forma bacana vai e já está fazendo a diferença. ”

Dentre os grandes avanços do setor no momento estão, principalmente, a antecipação de projetos, descentralização de processos, os recursos tecnológicos para fins médicos, além de soluções voltadas para a vertical agrícola e farmacêutica.

Juntamente com essas importantes possibilidades mencionadas, Alessandra Faria, Diretora Regional América do Sul da AXIS, identifica e evidencia diversas áreas em que a tecnologia pode ajuda tanto em escala global quanto local. No Brasil, por exemplo, enxerga grande potencial de produtos para o agronegócio e também o de rastreamento e monitoramento para atender a alta demanda do setor de transporte & logística.

A executiva reitera, entretanto, que a chave para fluir todas essas oportunidades é uma só: a consistência no relacionamento com o cliente.

União de toda a indústria de segurança deve mover a retomada

Por fim, Thiago Pavani, Gerente da ISC e também moderador da live, cita a importância da união entre todos atuantes do setor. Para ele, o fortalecimento dos três principais elos, indústria, pessoas e tecnologias são fundamentais para o futuro do setor. “Temos um papel fundamental como promotores de feiras e eventos no incentivo aos negócios e à troca informações entre os principais players do setor no Brasil”, confirma Pavani.

EA ação foi previamente e amplamente divulgada pelas comunicações da ISC Brasil e por alguns dos parceiros oficiais da feira que, em muito, contribuíram para alto índice de qualificação do público que assistiu à live, como forma da ISC Brasil continuar promovendo os negócios das empresas de segurança e o relacionamento da comunidade de segurança com os seus clientes. “Esta Live foi um primeiro passo que demos no caminho da digitalização de eventos. A ISC está inserida em um mercado com grande potencial de negócios nessa frente, com empresas e soluções prontas para o novo mundo pós-crise. Faz parte da nossa missão aproveitar ao máximo os canais digitais para incentivar a indústria da segurança pública, privada e das soluções de monitoramento”, afirma Luiz Bellini, diretor da Reed Exhibitions.

Clique aqui para assistir o encontro que conta com outras importantes contribuições.

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Artigo escrito por Yvana Vaer | Ver todos os artigos de Yvana Vaer